| Centrais sindicais: início de inferno astral do governo Dilma |
uma forma de testarem a presidente Dilma, mas a temporada de greves começa forte. Os médicos conveniados com planos de saúde vão parar. Os juízes federais também. A polícia civil de Brasília já parou. Os transportes públicos em diversas capitais tem sido interrompidos. Operários de obras do PAC, com ênfase para usinas hidrelétricas em construção, chegaram a manifestações de força. Parecem querer provocar o novo governo. Levá-lo a uma reação veemente ou, no reverso da medalha, mostrar sua frouxidão. Entre esses dois extremos a presidente deve equilibrar-se. Seria bom que o governo procurasse identificar as entidades responsáveis por esse surto grevista. Provavelmente identificam-se em termos ideológicos.(Carlos Chagas) |
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
Centrais sindicais: início de inferno astral do governo Dilma
quarta-feira, 16 de março de 2011
Tomaram conta do Rio e Brasília. Deixaram as armas no aeroporto?
| Tomaram conta do Rio e Brasília. Deixaram as armas no aeroporto? |
desembarca nos Estados Unidos, para visita oficial, seus seguranças são gentilmente convidados a deixar as armas no aeroporto. Acompanharão o chefe, é evidente, mas revólveres, pistolas e sucedâneos ficarão por conta do Serviço Secreto e do FBI, na missão de proteger o visitante de eventuais atentados. Isso acontece desde as viagens dos presidentes Eurico Dutra, João Goulart, Garrastazu Médici, João Figueiredo, José Sarney, Fernando Henrique e Lula. Não chega a gerar uma crise, mas a recíproca não é verdadeira. Brasília e Rio tornaram-se, esta semana, cidades infestadas de agentes de segurança americanos, esquadrinhando cada avenida e cada esquina por onde passará o presidente Barack Obama, sábado e domingo. Perguntem se eles deixaram suas armas no aeroporto...(Carlos Chagas) |
terça-feira, 15 de março de 2011
Falta oxigênio ao DEM
| Falta oxigênio ao DEM |
DEM, partido posto em frangalhos desde o tempo em que se chamava Frente Liberal. Nos idos da sucessão do último governo militar, insurgiu-se o grupo mais respeitável das bancadas situacionistas. Para evitar a vitória de Paulo Maluf no Colégio Eleitoral, formaram a dissidência que apoiou Tancredo Neves. De Aureliano Chaves a José Sarney, Marco Maciel, Antônio Carlos Magalhães, Edison Lobão, Hugo Napoleão e Jorge Bornhausen, entre outros, tornaram-se credores do regime democrático logo instaurado. Apesar de inspiradores da política neo-liberal adotada por Fernando Collor e por Fernando Henrique, foram lentamente postos à margem, para não falar em defecções. Hoje, o DEM é um partido posto em frangalhos, trilhando a avenida do desaparecimento. Falta-lhe oxigênio para continuar empolgando sequer os mais empedernidos conservadores.(Carlos Chagas) |
segunda-feira, 14 de março de 2011
Obama e o pré-sal
| Obama e o pré-sal |
Nessa hora é que a presença de Barack Obama no Brasil se torna mais do que oportuna. Ele vem disposto a estimular grande aumento da produção de etanol para exportação ao seu país, mas poderá sensibilizar-se para uma parceria ainda maior na exploração do petróleo do pré-sal. Por certo que exigirá compensações, e muitas. Por coincidência, está prevista para abril a ida da presidente Dilma Rousseff à China. Dá para entender... (Carlos Chagas) |
sexta-feira, 4 de março de 2011
Simon propõe tirar o Senado das páginas policiais
| Simon propõe tirar o Senado das páginas policiais |
Simon desabafou, afirmando que a cada ano o Senado ocupa mais espaços nas páginas policiais do que nas páginas políticas dos jornais, por conta de notícias sobre escândalos e similares. É preciso coragem para a mudança. Importa acabar com a omissão, pela qual todos são culpados, inclusive ele, com quatro mandatos. Apelou aos novos senadores para que liderem a reforma, não se deixando contaminar pela postura dos braços cruzados.(Carlos Chagas) |
quinta-feira, 3 de março de 2011
Comparar bolsa família com cachaça pegou mal para Vacareza
| Comparar bolsa família com cachaça pegou mal para Vacareza |
Pegou mal o reconhecimento pelo líder do governo na Câmara, Cândido Vaccareza, de que mesmo servindo para comprar uma garrafa de cachaça, o reajuste do bolsa-família irrigará o mercado. Começa que são as donas de casa a administrar essa dádiva-esmola do governo para com os menos favorecidos. Deve-se reconhecer não serem as mulheres as maiores consumidoras de cachaça, no país. Depois, haverá que ponderar: um mercado movido a cachaça condena-se ao fracasso. Já basta verificar as dificuldades no extremo oposto, onde o combustível das elites costuma ser o uísque de trinta anos. O reajuste do bolsa-família é mais do que necessário, bastando atentar para o estrilo do andar de cima diante do anúncio feito esta semana. Quando os poderosos protestam é porque a razão estará com os fracos.(Carlos Chagas) |
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